
Não pensei que ia chegar o dia de escrever um post que defendesse o Dado, mas o exemplo é válido.
Essa Lei Maria da Penha é justa?
Porque agora, qualquer palavra mais dura, qualquer empurrão que um homem dê em uma mulher, é crime.
Em compensação, o que provoca a tal reação não vem mais ao caso.
Independe o fato, o culpado, inicialmente, já é o sujeito.
Em compensação, o que provoca a tal reação não vem mais ao caso.
Independe o fato, o culpado, inicialmente, já é o sujeito.
E é daí que surge a indústria da ameaça: eu, mulher, faço o diabo a quatro, porque se você, homem, revidar, vai preso. Não tenho nada a perder, e você, se me pegar pelo braço, vai ser fichado. É bom fazer o que eu digo, esteja eu certa ou não.
Todo mundo acompanhou a história do Dado e da Luana pelas capas de portais e revistas. Sem se inteirar muito do assunto já dava pra perceber que a relação era doentia dos dois lados. Mas quando foi ele que agrediu, ganhou a proporção que ganhou. E o povo quer até linchar. Faça-me o favor. Se alguém foi agredido injustamente nessa história foi a tal camareira, que foi separar a briga, levou empurrão e teve várias lesões. Entre o casal foi apenas "procedimento de rotina".
Não tô defendendo violência de maneira nenhuma, não admito criança partir pra chute, gente maltratar animal, porrada entre casal, briga de trânsito. Mas vamos ser racionais, que sociedade é essa que classifica o culpado pelo sexo, não pelo fato? Porque até ficar provado que a mulher supervalorizou a briga ou provocou sozinha os hematomas (sim, acredite D. Maria, temos mulheres desequilibradas o suficiente para se autoflagelar e jogar a culpa em outros, como a brasileira na Suíça recentemente) o cara já sofreu pelo menos meia dúzia de consequências.
E obrigada aos órgãos competentes, que só podem fazer algo a favor das pessoas - aqui falo tanto homens quanto mulheres - depois da primeira agressão concretizada. Antes disso, tente fazer algo e tudo que vai conseguir é um processo contra você mesmo, por calúnia.
Não tô defendendo violência de maneira nenhuma, não admito criança partir pra chute, gente maltratar animal, porrada entre casal, briga de trânsito. Mas vamos ser racionais, que sociedade é essa que classifica o culpado pelo sexo, não pelo fato? Porque até ficar provado que a mulher supervalorizou a briga ou provocou sozinha os hematomas (sim, acredite D. Maria, temos mulheres desequilibradas o suficiente para se autoflagelar e jogar a culpa em outros, como a brasileira na Suíça recentemente) o cara já sofreu pelo menos meia dúzia de consequências.
E obrigada aos órgãos competentes, que só podem fazer algo a favor das pessoas - aqui falo tanto homens quanto mulheres - depois da primeira agressão concretizada. Antes disso, tente fazer algo e tudo que vai conseguir é um processo contra você mesmo, por calúnia.
1 Tire e atire aqui:
Oi Lene. Acompanho teu blog sempre que posso, parabéns pelos posts.
Se a mulher fizer o diabo a quatro com seu esposo (ou genérico, hehehe!), será objeto de inquérito policial assim que o homem registrar uma ocorrência na Delegacia. Digo, isso se o homem, pela sua natureza de protetor, passar por cima de seu orgulho e agir como um cidadão correto.
Desde pequeno aprendi que em mulher não se bate nem com uma flor, e é por isso que a Lei Maria da Penha foi sancionada e hoje é uma das leis mais eficazes do país.
Abraços tricolores
Rodrigo Sakae
OAB/SC 27.116
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