Precisava dar um upgrade no guarda-roupas e não estava tendo tempo, até porque não tenho muita paciência pra fazer compras. Então, geralmente, junto essa falta de paciência ao fator pouco dinheiro pra gastar nessa área e compro o que preciso numa loja dessas de rede, sem vendedores pra perguntar "o que era mais", com liberdade pra provar 18 peças e não me constranger se não quiser levar nenhuma. Fiz isso sábado na Renner, em Tubarão. Com a história da viagem e de uma antecipação de vencimento que solicitei, meu cartão ficou empenhado, mas na hora não lembrei disso, catei o que precisava e fui pro caixa. Meu cartão, claro, não passou. Como nem a pau eu perderia outro tempo com essa tarefa, aceitei fazer o tal cartão da loja, um formulário até razoavelmente simples, que a atendente preencheu direto no computador.
- Profissão?
- Jornalista.
E advinhem que código o sistema da Renner acusou pra Jornalista? 171. Olhei e pra mim a piada foi inevitável, a moça é que ficou até sem graça. Aí no campo cargo, jornalista tinha outro código, que a moça correu pra me mostrar aliviada: ó, aqui não vem como 171. Ah tá. Obrigada. Ok, é só um código de identificação num sistema de loja. Mas que soa meio provocativo, soa.
2 Tire e atire aqui:
auahuahuahuahuahuahuahuahuahua....
Estamos realmente na mesma leva de advogados e políticos...
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Tire e atire com moderação, ok?