sábado, 31 de janeiro de 2009

Sem novidade

Polonês é flagrado levando cavalo dentro de Fiat Uno

E daí? Quem nunca viu um cavalo num Uno?
Eu, pelo menos, já.

Em Celtas, Fuscas, Audis, Vectras e Hilux também.

Novelando

Raramente vejo novela, tenho assistido algumas partes dessa Caminho das Índias porque gosto de diferentes culturas, apesar das distorções que a Globo/Glória Perez fazem. Mas tem coisas que irritam. A história se passa na Índia, eles falam português para que o público entenda, óbvio. Ok. Então precisam usar yes, no, of course quando estão falando com brasileiros?

Maus exemplos não faltam. A família sem caráter que apóia e incentiva a violência do filho, o desrespeito à professora, é terrível. A mulher que recebe em casa a amiga que não vê há 10 anos e segue cegamente todos os conselhos também chama o telespectador de burro. Ninguém é tão inocente e tapado assim, ainda mais uma mulher naquela faixa etária, de alta sociedade, e que já deve ter visto muita coisa na vida.

Fora o repeteco. Os atores são os mesmos de O Clone, alguns núcleos lembram demais núcleos de O Clone, por isso chamo a novela de o clone de O Clone. Mas o Márcio Garcia com seu drama fraco e interpretação idem me lembra mesmo é o cigano Igor de Explode Coração, a pré-clone. Tô esperando a hora em que ele vai chamar a Juliana Paes de Daaaaaraaaaa...

E nem quero me ater aos bordões. Glória Perez é campeã em inserir idiotices e estrangeirismos no vocabulário brasileiro.

Não agradou

Campanha publicitária da rede italiana Relish não agradou o governo do Rio. Os outdoors mostram policiais com uniformes iguais aos usados pela PM da capital carioca abordando agressivamente mulheres na praia de Ipanema.



Nunca gostei dessas campanhas quando trabalhava em agência. Acho que polêmicas geram mídia espontânea, mas a carga negativa pode arranhar a marca. Se o objetivo era deixar a grife famosa, chegaram lá. Resta saber se essa fama vai trazer lucro, fim real da publicidade.

Rosa

A rosa ao lado da escadaria também merece um clique.


Nasceu o primeiro

Acabei de ver que o primeiro ovo do ninho na árvore da nossa sacada já descascou.

Por mais que eu tente não perturbar, dona rolinha se manda a cada tentativa de fotografá-la. Sobe no fio de energia elétrica do ladinho da árvore e fica observando de lá.

Em breve, o segundo filhote.


Sexta-cheia

A tarde ontem foi cheia, nada de tempo para blogar. À noite, depois de cuidar dos cabelos, descobri que os vizinhos do barulho estavam dando uma festa. Benditos tampões de ouvido, único meio de dormir quanto eles estão empolgados.

Hoje de manhã corri para a praia, mas apesar do sol escaldante na cidade, estava nublado na praia. Ainda assim foi bom ter ido.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Ah, se eu pudesse


Acabei de te mandar um email, recebeu?

O que eu penso:
Claro, estava aqui sentada só esperando pra recebê-lo, abro todos os emails imediatamente, principalmente os seus.

O que eu digo:
Não.. é que estou enrolada com um trabalho aqui, ainda não tive tempo.

Publica pra mim, ok?

O que eu penso:
Pode deixar, publico tudo que eu recebo sem nem avaliar, ainda mais quando sou abordada assim, com a pessoa explicando a pauta, porque ela rende, e solicitando gentilmente.

O que eu digo:
Vou dar uma olhada assim que puder...

...

Ah, se eu pudesse.

Por que isso é notícia?

Tenho duas hipóteses.



1. Porque todo mundo sabe que ele carrega um monte de mulher nas costas. Mas no ombro é a primeira.

2. Porque é mulher.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Terceira idade

Por que a produção chamou a vovó Naiá pro BBB 2009?





Porque essa é a NONA edição, oras!




Ou nono ano, pra justificar também o vovô Norberto.


E o Bial, mal educado, nem pede a bênção.

Mau dia

Minha matéria de Amsterdam foi cancelada.
Duas pessoas que eu precisava fazer contato não me atenderam.
Um jornal de quatro páginas que corri pra conseguir entregar no prazo agora vai ser de oito páginas, e em outro formato. Praticamente tudo que fiz precisa ser refeito.
Meu lanche veio pela metade.
O Lost não baixou inteiro.
Resolvi ir pra casa, fazer um hot pocket, tomar um banho pra ir pro cabeleireiro.
Graças à trovoada, meu bairro estava sem luz.
Fiquei sem sanduíche, sem banho.
Aí descubro que o horário no cabeleireiro foi adiado porque lá também não tinha energia.
E mais um item que, por questões pessoais, não cabe relatar.
Ah, é dia 29. Estou na TPM.

Já tive dias bem melhores.

Como?




Isso na quarta vez que o repórter explicou a pergunta: você se acha desprovida de inteligência?

Se tivesse desenhado, duvido que ela teria insistido.

Eu paro quando eu quiser

A primeira tarefa das quintas-feiras é botar Lost pra baixar. Foi assim na quarta temporada, está sendo assim na quinta. Vi o primeiro episódio no youtube, adorei, e vi as outras três temporadas em um mês só, em DVD.

A primeira foi fantástica o suficiente pra me fazer querer acompanhar o restante.

A segunda foi enlouquecedora.

A terceira deixou intrigado.

A quarta começou a revelar algumas coisas, mas já não foi tudo aquilo.

Não gostei muito dos dois primeiros episódios desta temporada. Mesmo assim, continuo vendo. E na quarta-feira já deixo bilhete na mesa pra não esquecer de fazer o download cedinho. Não, não estou viciada, eu paro quando eu quiser. Mas é que sou persistente: já que vi até agora, vou até a última!





P.S: o que é aquele Jack? Como diria o guri do comercial das Havaianas, "Ô lá na minha humilde residência"...

Comercial ao vivo

Colega que mora em Londres chegou atrasada ao trabalho dia desses porque a Central Line estava servindo de cenário para gravação de um comercial da T-Mobile. Mas o resultado ficou bacana.




Legal é a cara do público que não faz parte da figuração, mas entra na onda.

Estremosas

Não eram ipês. Leitor do Portal Engeplus, provavelmente especialista (ou apenas mais entendido de plantas que eu e a minha pesquisa do google e o meu coordenador rssss) escreve para esclarecer:

Sua fotos ficaram muito bonitas no entanto, gostaria de lembrar que as plantas das fotos(rosa) chamam-se ESTREMOSA e não Ipês, pois estes florescem na primavera.


Obrigada, Hilário. Da próxima vez serei mais extremosa ao pesquisar.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O Terra e seus furões

E no Terra, o site que mais me surpreende...



Fico fúcsia! Grazi tomando cerveja em um evento da BRAHMA em que ela provavelmente recebeu cachê pra aparecer? Quem esperava uma dessas?

Agradicida, Terra.

Opa, ipês!

Fotos simples, de coisas corriqueiras, sempre rendem bons acessos no Portal Engeplus. Acho que é o momento que as pessoas param pra perceber algo que está ali o tempo todo, mas que na correria do dia-a-dia nem é notada. Acabei de dar uma pautinha dessas, sobre os ipês de uma praça na entrada do meu bairro. Deram um colorido extra ao lugar.



A nota completa aqui.

Corrigindo

Troquei as bolas hoje cedo. A flor com gotículas d´água que fotografei de manhã são azaléias, brasileiríssimas. Agora sim as plantinhas from Amstedam.






Oportunismo ou falta de juízo?

Quando leio notícias como essa do Robinho preso por acusação de estupro, minha primeira tendência é achar que é oportunismo. Porque o mundo está cheio de gente que quer aparecer, e o caminho mais curto é criar um escândalo com um famoso.

Na minha concepção, o famoso tem consciência do papel que ocupa, noção da repercussão que uma notícia negativa gera, e grana suficiente pra pegar a mulher bonita que quiser sem esforço nenhum.

....

Lembrei do Ronalducho e seus três travecos.

....

Ok, esqueçam. Fama e juízo não são sinônimos.

Flores

O dia amanheceu lindo, mas choveu durante a noite e as plantas do jardim lá de casa ainda estavam tomadas pelas gotas quando sai pro trabalho. Parei pra tirar uma foto das flores que trouxe de Amsterdam.



Quem sabe agora me inspiro pra finalizar a matéria. Dead line amanhã.




terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Um corpo, duas almas

Uma colega que está no programa au pair em Minnesota contou no blog que viu uma garota com duas cabeças numa boate local. Fui pesquisar e encontrei. Abby and Brittany Hensel moram em Carver County, farão 19 anos em fevereiro. Elas dirigem. Testes para tirar carteira de motorista foram feitos individualmente, já que Abby controla os pedais e Brittany os sinais.



Um link com mais sobre a história, em inglês, aqui.

Difícil calcular como é viver assim. Faz a gente pensar na vida, e agradecer por ser "normal".

Contatos virtuais

Tem gente que acha perda de tempo entrar em chats. Eu não acho. Conheci pessoas legais por este meio. Ok, são minoria, mas existem. Mas as melhores relações de internet que tenho surgiram por acaso. Em 2003 comecei a acessar um blog que vi indicação na Oooops, da Folha. E o povo que comentava nesse blog era praticamente o mesmo todos os dias. Com o tempo, o campo de comentários virou um extenso chat, carinhosamente apelidado por nós de tripa. Da tripa vieram os contatos de msn e encontros reais. O blog acabou, mas um grupo de umas 15 pessoas continuou unido, alguns se tornaram grandes amigos. Virou regra receber o participante que visitasse a cidade de outro membro do grupo. Como estou fora do eixo, recebo quem vier a Floripa. Fui recebida em São Paulo, no Rio e em Londres. Sim, mesmo quem saiu do Brasil continuou no grupo, recebe os visitantes e entra até no amigo secreto virtual anual (isso é assunto pra outro post).

Mas o melhor de tudo é que esses contatos acabaram rendendo também no campo profissional. Já fiz trabalhos para duas empresas no Rio de Janeiro, negócios de uma amiga do grupo. E já vendi pauta aqui da região pra um colega que trabalha num renomado jornal de circulação nacional. Deve sair amanhã.

As oportunidades estão aí, só precisam ser agarradas. E às vezes não é preciso nem sair da cadeira para isso ;)

A crise não existe

E em algum lugar do país...






Concordo em parte, Arnaldo. Mas precisamos admitir que essa mentira colou. Tanto que fez sumir 40% do que o povo (me incluam) tinha em ações. Por isso vou iniciar a campanha "Ibovespa, siga o conselho do Arnaldo".


Mas quem diabos seria Arnaldo José da Silva??

Aviso aos atirantes

Dia cheio.





Assim como o meu saco pra determinadas coisas.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Choque de cultura

Comecei a editar a matéria sobre Amsterdam para a revista da Record Internacional. Separar as melhores partes, adaptar pro foco e público da revista, resumir a 6 mil caracteres. Deu saudade do maior choque de cultura que já tive. Merece algumas imagens.

Em tempo:
tudo que eu falo sobre Amsterdam é real, eu vi. Nada baseado, ok?




Para ler a versão criciumense para o Portal Engeplus, clique aqui.

Assino embaixo

E pela primeira vez vou concordar com algo dito por um BBB.





Seria, o má-xi-mo Naiá. Principalmente se fossem todos, numa tacada só! Mas acho melhor não dar essa sugestão pro Boninho em tempos de baixa audiência.

Ah um revisor...

Defranca twittou e eu aproveito pra dar a imagem. No meio do drama da novela das sete descrito no site da Globo, uma revelação do personagem vivido pelo eterno aprendiz de ator Inho Vilhena quebra todo o clima sério do negócio. "Pela primeira vez na vida tive um pau e agora..."




E agora, digitador?

Trema, não!

A tirada não é minha, mas vale repassar...

A nova reforma ortográfica recomenda: jamais trema em cima da linguiça.

O poder de um boato

Quadrinho antigo, mas bom. Re-recebi (sim, eu invento palavras, usar recebi de novo era óbvio demais) agora por email. O problema maior é quando o boato vai parar no jornal como se fosse verdade. Quando descobertos, a culpa é sempre de terceiros. Isso quando não tem um teimoso pra afirmar que viu, ou que soube de fonte segura.


Viagens rendendo

Escrevi uma matéria pra edição de janeiro da revista da Record Internacional, dirigida a brasileiros que moram na Europa, sobre turismo em Paris. Quatro páginas, assinada. Mais com cara de blog que de matéria, bem pessoal e descontraída. Rendeu. Me chamaram pra escrever sobre Amsterdam pra edição de fevereiro. Um pouco mais curta, duas páginas. O combinado é entregar o texto na quarta-feira. Já fiz uma série de matérias da Europa para o Portal Engeplus, a versão revista é uma edição do site com foco diferenciado (já que é pra quem tá pertinho da cidade indicada). Nada como ter o amigo certo no lugar certo. Valeu, Germaá!








domingo, 25 de janeiro de 2009

Cadê os pais?

Matéria do Fantástico mostra crianças que estão fazendo alisamento no cabelo. Uma menina de nove anos já fez quatro progressivas. O guri de sete diz que o sonho dele era ter cabelo liso. E a menina de 10 teve queimaduras no couro cabeludo ocasionadas pelo produto.

Quando eu era criança existia uma palavra que era usada sempre que o bom senso era atingido: NÃO!! E apesar de às vezes doer, não matava. Vários deles ajudaram a formar meu caráter, a aprender que limites existem. Quando vejo coisas como essa me pergunto onde estão os pais. Ou melhor, onde estão os cérebros deles.

Sai clicando

Na sexta minha mãe prendeu um bichinho até eu chegar, porque disse que o ser era tão estranho que merecia uma foto. Hoje meu pai interrompeu meu X-Man pra me mostrar um ninho que talvez eu fosse gostar. O inseto da mãe e o ovo do pai (no bom sentido) devidamente clicados.

Filmes

Meu fim de semana se dividiu em praia e filmes. Ontem tomei o maior vento na beira-mar por cinco minutos. Ficaria por mim, mas não sou malvada a ponto de manter a mama num vendaval e sem guarda-sol. Voltei pra lagoa, na tentativa de amenizar a situação com a sombra de uma árvore. A combinação vento + sombra deu em gripe, e hoje minha consciência fez eu fazer um chá (ainda que tenha esquecido o açúcar, valeu a intenção). Hoje cedo fui pra praia sem ela. Praticamente nada de vento, sol escandalte, dia maravilhoso, um sujeito que me interessa jogando bola bem ao meu lado.

À tarde peguei uma maratona de X-Man. Gosto do estilo quadrinhos pra descansar o cérebro. E ontem finalmente vi O Diabo Veste Prada. Melhor cena do filme: minhas filhas querem o Harry Potter. O manuscrito do inédito! Rá.

HTML

Antes de ser jornalista eu me formei em técnico em processamento de dados, nome que se dava pro curso técnico de computação/programação uma década atrás (depois vi que ser garota de programa não era comigo e parti pras letras). Isso faz com que eu não me assuste ao abrir o html do blog e tentar alterá-lo. Faz com que eu tenha uma leve ideia de onde mexer. Mas não me faz chegar ao resultado exato que eu queria. Ok, uma década sem tocar no assunto é tempo demais até pra minha memória elefantíaca.

Feito.

Faz tempo que eu queria abrir um blog. Não que eu ache que alguém esteja interessado no que eu penso, mas eu organizo melhor as ideias quando escrevo e meu ego diz que tenho todo o direito de abrir um blog só pra mim. Tá na lista de 2009: abrir um blog e alimentar o bicho com frequência. Feito. Ao menos a primeira parte.

P.S. Faz tempo que eu queria ficar rica também. Mas isso o google não me oferece for free.